Design Thinking no Direito: quais os benefícios e como aplicar?

As transformações tecnológicas têm trazido modificações na rotina dos escritórios de advocacia. Essas alterações vão desde a utilização de softwares jurídicos até inovações na metodologia de trabalho da equipe. Uma delas é o Design Thinking no Direito.

O Design Thinking é um conceito baseado no design e no comportamento humano. Ao unir essas duas áreas, ele visa encontrar soluções para diversos problemas, com foco na empatia e criatividade. Quando esse método é aplicado na área jurídica, dá-se o nome de Legal Design Thinking.

Quer saber mais sobre esse assunto? Acompanhe este texto e conheça dicas de como aplicar o Design Thinking nos escritórios de advocacia. Você também conhecerá os benefícios da prática. Confira!

Dicas de como aplicar o Design Thinking no escritório

Realize mudanças nos materiais de comunicação

Uma das bases do Design Thinking é facilitar a comunicação. Nesse sentido, é preciso que o escritório compreenda e aprimore as diferentes formas de se comunicar entre os membros da equipe.

Isso significa que, na hora de elaborar um material, os colabores devem pensar como designers e incluir elementos visuais para tornar a comunicação mais assertiva. Os infográficos fazem parte dos recursos que podem ser utilizados.

Evite termos jurídicos

Ainda considerando o bom fluxo comunicacional, é interessante não apenas pensar na equipe interna. É preciso considerar o cliente, fazendo-o compreender os termos jurídicos atrelados aos processos.

Dessa maneira, é importante evitar termos jurídicos específicos, substituindo-os por palavras que estejam mais acessíveis no vocabulário do cliente. É preciso treinar a equipe para que ela seja o mais didática possível na hora de explicar o andamento de processos.

Desenvolva a empatia

Como dito no início do texto, a empatia é um dos pilares do Design Thinking. Ela ajuda a agilizar a resolução de um problema da melhor forma. Essa característica é importante para compreender melhor o cliente e orientá-lo em relação a algum problema.

Como o Design Thinking beneficia os escritórios de advocacia

O Design Thinking no Direito permite aos advogados desenvolver diversos diferenciais competitivos. Com uma comunicação otimizada, é possível elaborar um trabalho mais colaborativo dentro do escritório, o que leva a uma melhor identificação dos problemas e das possíveis soluções. Assim, há um aumento significativo na produtividade da equipe.

Os benefícios também são visíveis no trabalho individual de cada profissional jurídico, uma vez que o Design Thinking permite uma visão mais sistêmica de uma situação e proporciona abordagens múltiplas para sua análise.

Cabe reforçar que essas inovações na forma de trabalho têm um impacto direto no desempenho do advogado nas diversas etapas de um processo. Isso porque o profissional jurídico contará com um melhor preparo, o que proporcionará mais assertividade e agilidade em suas colocações, além de um melhor autocontrole emocional.

A aplicação do Design Thinking no Direito aporta diversos benefícios e é uma prática que deve ser adotada pelos escritórios que buscam melhorar seus resultados. E nesse intuito vale a pena também considerar o Big Data, pois a coleta e o tratamento de dados permite embasar análises e decisões jurídicas, facilitando o trabalho dos advogados.

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Design Thinking no Direito: quais os benefícios e como aplicar?
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